Sigilo
O que você conta fica protegido pelo sigilo profissional desde o primeiro contato.
CH ADVOCACIA JOSÉ BONIFÁCIO / SP
Defesa criminal em todas as fases, do inquérito à execução da pena, e direito de família com atendimento humanizado.
Atendimento presencial em José Bonifácio/SP e online em todo o Brasil.
Alguém foi preso ou recebeu uma intimação?
O atendimento criminal online funciona 24 horas. A defesa pode começar ainda na delegacia.
Atuação dedicada à defesa criminal, ao direito de família e ao direito civil.
Atuação em todas as fases: investigação, prisão, processo, júri, recursos e execução da pena.
Divórcio, pensão, guarda e união estável, com escuta atenta e sigilo.
Conhecer o direito de famíliaUma atuação próxima, técnica e orientada às particularidades de cada caso.
Advogada em José Bonifácio desde 2014, com atuação em defesa criminal e atendimento humanizado em direito de família.
Cada cliente é atendido por ela, no escritório ou por vídeo. Antes de qualquer decisão, você entende o que pode acontecer, os riscos e os caminhos possíveis.
Paula Fernanda Rebolo ChiocaAdvogada, CH Advocacia
OAB/SP
Escolha a situação mais parecida com a sua para ver o que costuma acontecer e como a advogada pode ajudar.
O assunto é
Qual situação se parece mais com a sua?
Orientação geral. Cada caso precisa ser analisado com os documentos.
Pelo WhatsApp ou por telefone, em poucas linhas. Não é preciso enviar documentos no primeiro contato.
No escritório, com hora marcada, ou por vídeo. Você entende os caminhos possíveis e os riscos de cada um.
O trabalho e os honorários ficam definidos em contrato antes de começar. Depois, você acompanha cada etapa.
Respostas claras para as dúvidas mais comuns sobre o atendimento da CH Advocacia.
Não encontrou sua dúvida? Fale no WhatsAppSim, para urgências criminais, como prisão em flagrante. Para os demais assuntos, a conversa é marcada em dias úteis, no escritório ou por vídeo.
Não necessariamente. A conversa pode ser presencial em José Bonifácio, com hora marcada, ou por vídeo, para qualquer cidade do Brasil.
Sim. Tudo o que você contar é protegido pelo sigilo profissional desde o primeiro contato.
Sim. Na maioria dos casos de prisão, é a família quem faz o primeiro contato, e a orientação começa nesse momento.
Depois de entender o caso, a advogada apresenta uma proposta por escrito, com o que está incluído. Nada começa sem a sua concordância.
Depende do caso. No primeiro contato, a advogada indica o que reunir: intimações, decisões, boletim de ocorrência, contratos ou certidões.
Um guia completo com orientações imediatas à família, direitos da pessoa presa, documentos, fiança e audiência de custódia.
Ler artigoSaiba como conferir a intimação, o que muda entre testemunha e investigado e como se preparar para depor.
Ler artigoCompare cartório e Justiça, conheça regras sobre filhos, partilha de bens, documentos e averbação.
Ler artigoCH ADVOCACIA · ATENDIMENTO DIRETO
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03CH ADVOCACIA QUEM ESTÁ À FRENTE
Advogada em José Bonifácio desde 2014, com atuação em defesa criminal, direito de família e direito civil.
Atendimento com escuta, sigilo e explicações claras em cada etapa.
01 / TRAJETÓRIA PROFISSIONAL
José Bonifácio / São Paulo
Paula Fernanda Rebolo Chioca advoga em José Bonifácio desde 2014. Com o tempo, a defesa criminal se tornou a área a que mais se dedica: acompanha casos desde a investigação até a execução da pena, nas etapas em que o cliente mais precisa de orientação.
Ao lado da área criminal, atua em direito de família, com atenção à escuta e ao sigilo, e em demandas cíveis como contratos, inventários e usucapião.
O atendimento é presencial no escritório, com hora marcada, e online para clientes de todo o Brasil.
Experiência construída em José Bonifácio.
Atuação desde a investigação até a execução da pena.
Presencial com hora marcada e online para o Brasil.
02 / JEITO DE ATENDER
Quatro princípios que orientam cada conversa e o acompanhamento do caso.
O que você conta fica protegido pelo sigilo profissional desde o primeiro contato.
Cada etapa é explicada em linguagem simples, com os riscos e os caminhos possíveis.
Quem atende e acompanha o caso é a própria advogada.
Liberdade, família e patrimônio são assuntos delicados. O atendimento respeita o tempo e a história de cada pessoa.
03 / IDENTIDADE E HISTÓRIA
O CH vem do sobrenome Chioca e acompanha a família há gerações.
Ele dá nome à CH Advocacia e assina o trabalho da Dra. Paula. Por isso aparece em cada página deste site.
04 / ATENDIMENTO
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Três áreas, com prioridade para a defesa criminal. Abra cada serviço para ver do que se trata.
Orientação à família e à pessoa presa desde a delegacia. Na audiência de custódia, a defesa apresenta ao juiz os argumentos para a liberdade.
Relaxamento de prisão ilegal, liberdade provisória, revogação da preventiva e habeas corpus nos tribunais.
Acompanhamento em depoimentos na delegacia, acesso aos autos da investigação e orientação sobre o direito ao silêncio.
Atuação na ação penal: resposta à acusação, audiências, provas, alegações finais e sentença.
Defesa em crimes dolosos contra a vida, como homicídio e tentativa, da primeira fase ao plenário.
Casos de violência doméstica, medidas protetivas de urgência e processos criminais relacionados.
Defesa em casos como embriaguez ao volante, lesão corporal e homicídio culposo na direção de veículo.
Defesa em acusações de tráfico e de porte para consumo, com análise da abordagem, da apreensão e das provas.
Avaliação de acordo de não persecução penal, transação penal e suspensão condicional do processo, quando a lei permite.
Apelação, recurso em sentido estrito, embargos e recursos aos tribunais superiores.
Acompanhamento do cumprimento da pena: progressão de regime, livramento condicional, remição e outros direitos.
Divórcio consensual ou litigioso, em cartório ou na Justiça, com a divisão dos bens conforme o regime do casamento.
Pedido, revisão, cobrança e exoneração de pensão, para quem recebe e para quem paga.
Definição da guarda, da rotina de convivência e de mudanças quando a realidade da família muda.
Reconhecimento, formalização e dissolução da união estável, com os efeitos sobre bens e pensão.
Elaboração e revisão de contratos de compra e venda, locação, prestação de serviços e outros, antes da assinatura.
Inventário na Justiça ou em cartório, partilha entre herdeiros e regularização do patrimônio.
Regularização de imóvel pela posse prolongada, na Justiça ou em cartório, conforme o caso.
Danos morais e materiais decorrentes de acidentes, cobranças indevidas e outros prejuízos.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Atuação em todas as fases, da investigação à execução da pena. Para urgências, o atendimento online funciona 24 horas.
CH ADVOCACIA / NAVEGUE POR ESTE ASSUNTO
Imagens ilustrativas. Cada situação exige avaliação jurídica individual.
Um processo criminal passa por etapas. Escolha a sua para ver o que acontece nela e como a defesa atua.
A polícia apura os fatos em um inquérito. A pessoa pode ser chamada para depor como investigada ou como testemunha.
Acompanhar depoimentos, ter acesso aos autos e orientar sobre o direito ao silêncio.
No flagrante, a pessoa é levada à delegacia e deve ser apresentada a um juiz em até 24 horas, na audiência de custódia.
Orientar a família, acompanhar o caso desde a delegacia e defender a liberdade na audiência.
Com a denúncia do Ministério Público, começa a ação penal: resposta à acusação, audiências, provas e sentença.
Construir a defesa técnica, participar das audiências e avaliar se cabe algum acordo previsto em lei.
Nos crimes dolosos contra a vida, a decisão final cabe ao Tribunal do Júri, formado por sete jurados.
Depois da sentença, é possível recorrer ao Tribunal de Justiça e, em alguns casos, aos tribunais superiores.
Analisar a decisão e apresentar os recursos cabíveis dentro do prazo.
Com a condenação definitiva, começa o cumprimento da pena, com direitos como progressão de regime e livramento condicional.
O que a família pode fazer agora, enquanto fala com a advogada.
Orientação à família e à pessoa presa desde a delegacia. Na audiência de custódia, a defesa apresenta ao juiz os argumentos para a liberdade.
Saiba como funcionaRelaxamento de prisão ilegal, liberdade provisória, revogação da preventiva e habeas corpus nos tribunais.
Saiba como funcionaAcompanhamento em depoimentos na delegacia, acesso aos autos da investigação e orientação sobre o direito ao silêncio.
Saiba como funcionaAtuação na ação penal: resposta à acusação, audiências, provas, alegações finais e sentença.
Conversar sobre issoDefesa em crimes dolosos contra a vida, como homicídio e tentativa, da primeira fase ao plenário.
Saiba como funcionaCasos de violência doméstica, medidas protetivas de urgência e processos criminais relacionados.
Saiba como funcionaDefesa em casos como embriaguez ao volante, lesão corporal e homicídio culposo na direção de veículo.
Conversar sobre issoDefesa em acusações de tráfico e de porte para consumo, com análise da abordagem, da apreensão e das provas.
Conversar sobre issoAvaliação de acordo de não persecução penal, transação penal e suspensão condicional do processo, quando a lei permite.
Conversar sobre issoApelação, recurso em sentido estrito, embargos e recursos aos tribunais superiores.
Conversar sobre issoAcompanhamento do cumprimento da pena: progressão de regime, livramento condicional, remição e outros direitos.
Saiba como funcionaSim. A Constituição garante a quem é investigado ou preso o direito de permanecer em silêncio, e isso não pode ser usado contra a pessoa. A orientação da advogada ajuda a decidir o que fazer em cada caso.
O juiz verifica se a prisão foi legal e decide se a pessoa responde em liberdade, com ou sem medidas cautelares, ou se continua presa. A defesa participa e apresenta os argumentos.
Não é obrigatório, mas é recomendável, principalmente se você foi chamado como investigado. A advogada pode orientar antes e acompanhar o depoimento.
O escritório fica em José Bonifácio/SP, e o atendimento online alcança clientes de todo o Brasil. A atuação em outras comarcas é avaliada em cada caso.
Em alguns crimes, a lei prevê o acordo de não persecução penal, a transação penal e a suspensão condicional do processo. Cabe à defesa avaliar se o caso se encaixa e se o acordo é vantajoso.
Para prisões e intimações, o atendimento online funciona 24 horas. Para os demais casos, a conversa é marcada no escritório ou por vídeo.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Quando alguém é preso em flagrante, a orientação nas primeiras horas é importante. A defesa pode atuar desde a delegacia.
CH ADVOCACIA / NAVEGUE POR ESTE ASSUNTO
Imagens ilustrativas. Cada situação exige avaliação jurídica individual.
A prisão em flagrante acontece quando a pessoa é surpreendida cometendo um crime ou logo depois dele. Ela é levada à delegacia, onde o delegado registra o auto de prisão. Nos crimes com pena máxima de até quatro anos, o próprio delegado pode conceder fiança.
Em até 24 horas, a pessoa deve ser apresentada a um juiz na audiência de custódia. O juiz verifica se a prisão foi legal e decide se ela vai responder em liberdade, com ou sem medidas cautelares, ou se a prisão será convertida em preventiva.
Entenda, em etapas simples, como o acompanhamento é conduzido e o que costuma ser tratado em cada fase.
Organize estes documentos antes do atendimento. Isso ajuda a tornar a orientação mais objetiva e eficiente.
Respostas rápidas para as dúvidas que costumam surgir antes e durante o atendimento.
A lei prevê que a pessoa seja apresentada ao juiz em até 24 horas após a prisão.
Não. A fiança permite responder em liberdade, mas a investigação e o processo continuam. A pessoa precisa cumprir as condições fixadas.
A prisão pode ser convertida em preventiva. Ainda assim, é possível pedir a revogação ou impetrar habeas corpus, conforme o caso.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03A prisão antes da condenação é exceção. Quando ela é ilegal ou desnecessária, a defesa tem instrumentos para pedir a liberdade.
CH ADVOCACIA / NAVEGUE POR ESTE ASSUNTO
Imagens ilustrativas. Cada situação exige avaliação jurídica individual.
Cada situação tem um instrumento próprio. A escolha depende da decisão que mantém a pessoa presa.
Quando a prisão é ilegal, por exemplo por falhas no flagrante, o juiz deve relaxá-la.
Quando a prisão é legal, mas não necessária. A pessoa responde em liberdade, com ou sem fiança e medidas cautelares.
Quando os motivos que justificaram a prisão preventiva deixam de existir.
Ação dirigida a um tribunal para corrigir uma prisão ilegal ou uma ameaça de prisão ilegal, em qualquer fase.
Entenda, em etapas simples, como o acompanhamento é conduzido e o que costuma ser tratado em cada fase.
Organize estes documentos antes do atendimento. Isso ajuda a tornar a orientação mais objetiva e eficiente.
Respostas rápidas para as dúvidas que costumam surgir antes e durante o atendimento.
Serve para prisões ou ameaças de prisão ilegais. Cada caso precisa de análise da decisão e das provas.
Depende do tribunal e do caso. Pedidos urgentes podem ter decisão liminar, mas não existe prazo garantido.
Não garante, mas são elementos importantes que a defesa apresenta ao juiz.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Nos crimes dolosos contra a vida, como homicídio e tentativa de homicídio, a decisão final cabe a um conselho de sete jurados.
CH ADVOCACIA / NAVEGUE POR ESTE ASSUNTO
Imagens ilustrativas. Cada situação exige avaliação jurídica individual.
O juiz ouve testemunhas, analisa as provas e decide se o caso vai a júri popular, se a pessoa é absolvida ou se o crime é outro.
Em sessão pública, acusação e defesa apresentam seus argumentos aos jurados, que decidem por votação secreta.
Entenda, em etapas simples, como o acompanhamento é conduzido e o que costuma ser tratado em cada fase.
Respostas rápidas para as dúvidas que costumam surgir antes e durante o atendimento.
Os crimes dolosos contra a vida: homicídio, participação em suicídio, infanticídio e aborto, consumados ou tentados.
Varia muito conforme o caso e a comarca. A advogada informa cada etapa e o que esperar da próxima.
Sim, nas situações previstas em lei, como uma decisão claramente contrária às provas. O tribunal pode determinar um novo julgamento.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Casos de violência doméstica envolvem medidas urgentes e um processo criminal. Cada situação pede orientação cuidadosa e sigilo.
CH ADVOCACIA / NAVEGUE POR ESTE ASSUNTO
Imagens ilustrativas. Cada situação exige avaliação jurídica individual.
O juiz pode determinar, por exemplo, o afastamento do lar e a proibição de aproximação e de contato com a vítima. Essas medidas podem ser decididas rapidamente, e o descumprimento é crime.
Além das medidas protetivas, pode haver inquérito e ação penal pelos fatos. Nesses casos, a lei não permite transação penal, suspensão condicional do processo nem acordo de não persecução penal.
Entenda, em etapas simples, como o acompanhamento é conduzido e o que costuma ser tratado em cada fase.
Respostas rápidas para as dúvidas que costumam surgir antes e durante o atendimento.
Pode, quando a situação muda. O pedido deve ser feito no processo, nunca por acordo informal entre as partes.
Sim. O descumprimento é crime previsto na própria Lei Maria da Penha e pode levar à prisão.
Não. Em casos de violência doméstica contra a mulher, a lei não permite transação penal, suspensão condicional do processo nem acordo de não persecução penal.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Depois da condenação definitiva, começa o cumprimento da pena. Nessa fase, a lei prevê direitos que dependem de pedidos feitos no momento certo.
CH ADVOCACIA / NAVEGUE POR ESTE ASSUNTO
Imagens ilustrativas. Cada situação exige avaliação jurídica individual.
Passagem para um regime menos rigoroso, depois do cumprimento de parte da pena e com bom comportamento.
Cumprimento do restante da pena em liberdade, com condições, quando os requisitos são preenchidos.
Redução da pena pelo trabalho, pelo estudo e pela leitura.
Perdão ou redução da pena por decreto presidencial, para quem se enquadra nas regras de cada ano.
Desconto, na pena, do tempo de prisão provisória já cumprido.
Defesa em procedimentos disciplinares que podem levar à perda de dias remidos ou à volta a um regime mais rigoroso.
Entenda, em etapas simples, como o acompanhamento é conduzido e o que costuma ser tratado em cada fase.
Respostas rápidas para as dúvidas que costumam surgir antes e durante o atendimento.
Depende da pena, do tipo de crime e de outros fatores. A advogada confere o cálculo no processo de execução.
Sim. A advogada explica cada decisão e o que esperar da próxima etapa.
Sim. O tempo de prisão provisória é descontado da pena, o que se chama detração.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Questões de família pedem escuta, paciência e sigilo. O atendimento começa por entender a sua história, antes de falar em processo.
NAVEGUE PELOS ASSUNTOS / CH ADVOCACIA
Imagens ilustrativas. Não representam casos, clientes ou ambientes do escritório.
Você conta a situação no seu tempo, sem julgamentos. Os detalhes ficam protegidos pelo sigilo profissional.
Sempre que há espaço, busca-se uma solução consensual, mais rápida e menos desgastante para todos.
Sem acordo, a advogada conduz o processo na Justiça, com clareza sobre cada passo.
Divórcio consensual ou litigioso, em cartório ou na Justiça, com a divisão dos bens conforme o regime do casamento.
Saiba como funcionaPedido, revisão, cobrança e exoneração de pensão, para quem recebe e para quem paga.
Saiba como funcionaDefinição da guarda, da rotina de convivência e de mudanças quando a realidade da família muda.
Conversar sobre issoReconhecimento, formalização e dissolução da união estável, com os efeitos sobre bens e pensão.
Conversar sobre issoRespostas diretas para perguntas frequentes, com linguagem clara e foco nas situações mais comuns.
Sim. O divórcio é um direito e não depende da concordância do outro cônjuge. Sem acordo, ele é feito na Justiça.
Sim. A lei prevê a guarda compartilhada como regra, salvo quando ela não atende ao interesse da criança ou quando um dos pais declara que não deseja a guarda.
Em muitos pontos, sim. Se não houver contrato dizendo outra coisa, vale o regime da comunhão parcial de bens.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03O divórcio pode ser feito em cartório ou na Justiça, com ou sem acordo. O caminho depende da situação do casal e dos filhos.
NAVEGUE PELOS ASSUNTOS / CH ADVOCACIA
Imagens ilustrativas. Não representam casos, clientes ou ambientes do escritório.
Possível quando há acordo sobre tudo. Desde 2024, também quando há filhos menores, se guarda, convivência e pensão já foram definidas na Justiça. Exige advogado e costuma ser mais rápido.
Necessário quando não há acordo ou quando questões dos filhos ainda precisam ser decididas. O juiz decreta o divórcio e resolve os pontos em disputa.
Veja de forma clara como a divisão costuma ser analisada e quais pontos merecem atenção no seu caso.
A divisão depende do regime de bens do casamento. Na comunhão parcial, o mais comum, dividem-se os bens adquiridos durante o casamento, com as exceções previstas em lei. A partilha pode ser feita junto com o divórcio ou depois dele.
Organize estes documentos antes do atendimento. Isso ajuda a tornar a orientação mais objetiva e eficiente.
Respostas rápidas para as dúvidas que costumam surgir antes e durante o atendimento.
Não. Desde 2010, o divórcio pode ser pedido a qualquer momento, sem prazo mínimo de casamento ou de separação.
Sim. O divórcio pode ser decretado antes, e a divisão dos bens ser resolvida em seguida.
Depende do regime de bens, de quando e como o imóvel foi comprado e da situação dos filhos. Cada caso precisa ser analisado com os documentos.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03A pensão considera a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga. Ela pode ser pedida, revista ou cobrada na Justiça.
NAVEGUE PELOS ASSUNTOS / CH ADVOCACIA
Imagens ilustrativas. Não representam casos, clientes ou ambientes do escritório.
Pedido de pensão para filhos, ex-cônjuge ou outros parentes, quando há necessidade.
Aumento ou redução do valor quando muda a situação de quem paga ou de quem recebe.
Execução das parcelas em atraso, com penhora de bens e, para as três últimas parcelas, prisão civil.
Fim da obrigação, por exemplo quando o filho maior conclui os estudos e passa a se sustentar.
Organize estes documentos antes do atendimento. Isso ajuda a tornar a orientação mais objetiva e eficiente.
Respostas rápidas para as dúvidas que costumam surgir antes e durante o atendimento.
Não. A lei não fixa percentual. O valor é definido caso a caso, a partir da necessidade de quem recebe e da possibilidade de quem paga.
Não automaticamente. É preciso pedir a exoneração na Justiça, e a pensão pode continuar se o filho ainda estuda.
Sim. A lei permite a prisão civil pelo atraso das três últimas parcelas, além de outras medidas de cobrança.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Contratos, inventários, usucapião e indenizações, com a mesma atenção dedicada às outras áreas.
NAVEGUE PELOS ASSUNTOS / CH ADVOCACIA
Imagens ilustrativas. Não representam casos, clientes ou ambientes do escritório.
Casos que costumam chegar por indicação e recebem a mesma atenção das outras áreas.
Revisar um contrato antes de assinar evita boa parte dos conflitos. A advogada elabora e revisa contratos de compra e venda, locação, prestação de serviços e outros, explicando cada cláusula.
Com o falecimento, os bens precisam ser inventariados e divididos entre os herdeiros. Quando todos estão de acordo, o inventário pode ser feito em cartório. A lei prevê a abertura em até dois meses, e, em São Paulo, o atraso gera multa no imposto de transmissão.
Quem tem a posse de um imóvel por muitos anos, de forma contínua e sem oposição, pode regularizar a propriedade. Conforme o caso, o pedido é feito na Justiça ou no cartório de registro de imóveis.
Danos morais e materiais causados por acidentes, cobranças indevidas, negativação irregular e outros prejuízos podem gerar indenização. A advogada analisa as provas antes de indicar o caminho.
Em geral, sim. Ele é possível quando os herdeiros estão de acordo e cumprem os requisitos da lei.
Varia de 2 a 15 anos, conforme a modalidade e a situação do imóvel.
Sim. A revisão aponta riscos, prazos e multas antes que eles virem problema.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Um caminho simples, do primeiro contato ao acompanhamento do caso.
Pelo WhatsApp ou por telefone. Conte em poucas linhas o que aconteceu. Não é preciso enviar documentos nesse momento.
No escritório, com hora marcada, ou por vídeo. A advogada ouve, faz perguntas e explica os caminhos possíveis.
O que será feito e os honorários ficam definidos em contrato. Nada começa sem a sua concordância.
Você recebe notícias de cada etapa importante e sabe o que esperar da próxima.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03, São José, José Bonifácio/SP. De segunda a sexta, das 8h às 17h, com hora marcada. O escritório tem estacionamento.
Abrir no Google MapsPor vídeo e pelo WhatsApp, para clientes de todo o Brasil. Para urgências criminais, o atendimento funciona 24 horas.
Falar no WhatsAppTudo o que você conta é protegido pelo sigilo profissional, desde a primeira mensagem. Informações e documentos são usados apenas para o seu caso.
Em casos de família e de violência doméstica, a conversa pode acontecer no horário e no formato em que você se sentir mais seguro.
Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03CH ADVOCACIA ✧ CANAIS DE ATENDIMENTO
Converse com a Dra. Paula Chioca e receba informações sobre o atendimento jurídico, com discrição e clareza desde o primeiro contato.
Em José Bonifácio, com horário marcado, ou online para todo o Brasil.
01 / COMO ENTRAR EM CONTATO
Você pode iniciar o contato pelo WhatsApp, por ligação ou por e-mail.
Para explicar brevemente sua situação ou solicitar informações sobre o atendimento.
(17) 99668-0692Iniciar conversa 02 / LIGAÇÃOPrefere falar por telefone? Utilize o número de contato do escritório.
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Para conversar presencialmente, o atendimento acontece no escritório com hora marcada.
Estacionamento no local.
03 / PRIMEIRO CONTATO
O primeiro contato serve para entender a necessidade e combinar os próximos passos do atendimento.
Use um dos canais acima e informe resumidamente o motivo da procura.
Receba orientações sobre a modalidade e a possibilidade de agendamento.
Na conversa, os fatos e documentos relevantes poderão ser avaliados individualmente.
CH ADVOCACIA · JOSÉ BONIFÁCIO
Atendimento presencial agendado e online. Para situações criminais urgentes, contato 24 horas.
Explicações em linguagem simples sobre as dúvidas mais comuns. São informações gerais e não substituem a análise do seu caso.
Um guia completo com orientações imediatas à família, direitos da pessoa presa, documentos, fiança e audiência de custódia.
Ler artigoEntenda as etapas da audiência, as possíveis decisões do juiz e como a defesa e a família podem participar.
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Ler artigoEntenda fixação, revisão e cobrança da pensão, os requisitos da prisão civil e os efeitos da maioridade.
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Quando alguém da família é preso, as primeiras dúvidas costumam ser imediatas: para onde a pessoa foi levada, quem pode acompanhá-la e o que precisa ser feito agora?
Após uma prisão em flagrante, procure confirmar a unidade responsável, reunir as informações disponíveis e buscar assistência jurídica. Esses passos ajudam a organizar a situação sem depender de boatos ou de promessas sobre uma possível soltura.
A prisão não significa que já exista condenação. O que acontecerá depois dependerá dos fatos registrados, das provas e das decisões das autoridades competentes.
Comece pelo que pode ser confirmado. Anote:
Se ainda não souber a unidade, procure os canais oficiais das autoridades envolvidas. Registre o que foi confirmado e separe isso do que foi apenas relatado por terceiros.
Uma pessoa da família pode centralizar as informações. Isso reduz desencontros e facilita o encaminhamento de documentos à defesa.
O Código de Processo Penal prevê a comunicação imediata da prisão e do local em que a pessoa se encontra ao juiz, ao Ministério Público e à família ou à pessoa indicada pelo preso.
Referência: CPP, artigo 306 — texto atualizado na Câmara dos Deputados.
O flagrante está relacionado às situações previstas em lei em que alguém é surpreendido cometendo uma infração, acaba de cometê-la ou é localizado nas circunstâncias de perseguição ou encontro de elementos descritas no CPP.
A existência de uma acusação, por si só, não esclarece se todos os requisitos foram atendidos. Por isso, a defesa precisa conhecer o registro da ocorrência e as circunstâncias da abordagem.
Ao reunir informações, evite tentar concluir o enquadramento jurídico apenas com base no nome do crime informado por telefone.
Referência: CPP, artigo 302.
A Constituição assegura à pessoa presa o direito de permanecer em silêncio e a assistência da família e de advogado. Também protege sua integridade física e moral.
O acompanhamento jurídico permite avaliar os elementos conhecidos e orientar a pessoa sobre o exercício de seus direitos. Se não houver advogado particular, a assistência pela Defensoria Pública deve ser considerada.
A família pode ajudar procurando atendimento e reunindo documentos. Não é necessário elaborar uma versão dos acontecimentos para apresentar em nome da pessoa presa.
Referência: Constituição Federal, artigo 5º, especialmente incisos XLIX, LXII e LXIII — publicação do TSE.
A documentação útil varia conforme o caso. Para a primeira conversa com a defesa, procure reunir o que estiver disponível:
Não espere reunir tudo para procurar orientação.
Ao enviar arquivos, prefira imagens completas e legíveis. Informe a origem dos documentos e preserve os originais.
Exemplo hipotético: uma pessoa usa medicação diária e é responsável por cuidar de um familiar. Receitas atualizadas e documentos sobre essa responsabilidade ajudam a defesa a compreender suas necessidades. Isso não permite antecipar qual será a decisão judicial.
Além da questão jurídica, pode haver providências práticas urgentes.
Avise a unidade responsável e a defesa sobre condições de saúde, alergias e medicamentos relevantes. Pergunte qual é o procedimento oficial para encaminhar receitas ou outros documentos.
Se houver crianças ou pessoas dependentes dos cuidados de quem foi preso, organize uma rede de apoio e informe a situação à defesa.
Caso existam relatos de agressão ou maus-tratos, registre as informações disponíveis e comunique-as à assistência jurídica. A Constituição proíbe tortura e tratamento desumano ou degradante.
Referência: Constituição Federal, artigo 5º, inciso III.
Não. A possibilidade de fiança depende da infração e das restrições legais.
A autoridade policial pode arbitrá-la nas hipóteses admitidas em lei cuja pena máxima de prisão não ultrapasse quatro anos. Fora dessa competência, quando cabível, a análise compete ao juiz.
Também é importante distinguir fiança de liberdade provisória: a análise da liberdade não se resume ao pagamento de um valor.
Não trate a fiança como uma tabela fixa. Antes de qualquer pagamento, confirme a decisão, o procedimento oficial e a documentação correspondente.
Referência: CPP, artigos 322 a 325.
A impossibilidade de pagamento precisa ser levada à defesa.
A situação econômica pode fundamentar um pedido de redução ou dispensa da fiança, conforme as circunstâncias e os requisitos aplicáveis. A manutenção da prisão exclusivamente por falta de pagamento exige atenção jurídica, especialmente quando não há fundamentos para a prisão preventiva.
Organize documentos que ajudem a demonstrar renda, despesas e dependentes. Não conclua que a permanência na prisão é inevitável apenas porque a família não conseguiu reunir o valor.
Referência: TJDFT — dispensa da fiança e situação econômica da pessoa presa.
A audiência de custódia é uma etapa de controle da prisão. Ela permite examinar sua legalidade, a necessidade de manutenção da restrição e questões relacionadas ao tratamento recebido pela pessoa presa.
Não é o julgamento definitivo da acusação.
Entre os encaminhamentos possíveis estão o relaxamento de uma prisão ilegal, a concessão de liberdade provisória e, quando presentes os requisitos legais, a conversão em prisão preventiva.
A família pode colaborar encaminhando informações corretas à defesa e procurando entender o conteúdo da decisão, sem antecipar o resultado.
Leitura relacionada: Audiência de custódia: o que é e como funciona.
A redação atual do CPP prevê a audiência em até 24 horas após a prisão. A Lei nº 15.358/2026 passou a prever sua realização por videoconferência e garantias de participação da defesa, incluindo entrevista prévia reservada.
A forma de realização no caso concreto deve ser confirmada com a defesa e o órgão responsável.
Referência: Lei nº 15.358/2026 — alterações sobre audiência de custódia.
Durante as primeiras horas, procure manter uma comunicação organizada.
Evite publicar documentos, imagens e informações pessoais sobre a ocorrência. Também não encaminhe arquivos sensíveis a contatos cuja identidade não tenha sido confirmada.
Não apague, edite ou recorte registros que possam ser relevantes. Preserve mensagens, documentos e arquivos originais para avaliação jurídica.
Se houver dúvidas sobre como entregar determinado material, peça orientação antes de enviá-lo.
Desconfie de afirmações de que alguém pode garantir uma decisão ou resolver a situação apenas mediante pagamento imediato. Confirme a identidade do profissional e os canais utilizados.
O primeiro passo é conhecer a decisão e seus fundamentos.
Organize com a defesa quais informações ainda precisam ser reunidas, qual será a forma de acompanhamento e como a família receberá atualizações.
Dependendo da situação, podem ser avaliadas medidas jurídicas para questionar a prisão. A escolha exige análise do caso; não existe um pedido único adequado a todas as situações.
Leitura relacionada: Habeas corpus: quando é possível pedir.
Não é necessário esperar. A organização das informações e a busca de assistência podem começar assim que a família souber da prisão.
Não. São documentos que ajudam a apresentar informações sobre a pessoa. Não permitem prever, isoladamente, a decisão.
Reúna o que estiver disponível e informe o que falta. A busca por um documento não deve impedir o primeiro contato com a assistência jurídica.
Confirme com a unidade responsável os procedimentos de comunicação e atendimento. Não presuma que a rotina será igual em todas as delegacias ou estabelecimentos.
A família deve conferir com a defesa quais procedimentos e obrigações permanecem. Uma decisão sobre a liberdade não deve ser interpretada, sem análise, como encerramento da investigação.
A CH Advocacia atende presencialmente, com agendamento, em José Bonifácio/SP, e oferece atendimento online para orientação jurídica. A necessidade de atuação presencial e os deslocamentos devem ser avaliados conforme a situação.
Confirmar o local da prisão, procurar assistência jurídica, comunicar necessidades de saúde e reunir documentos são providências úteis para a família.
A análise individual exige acesso às informações e decisões do caso. Os canais do escritório estão disponíveis para esclarecimentos sobre o atendimento.
Conteúdo informativo. Não substitui a análise individual por profissional habilitado.
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Atendimento presencial com hora marcada em José Bonifácio e online para todo o Brasil. Para urgências criminais, 24 horas.
Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Entenda as etapas da audiência, as possíveis decisões do juiz e como a defesa e a família podem participar.

A audiência de custódia é uma etapa de controle da prisão. Nesse momento, uma pessoa presa é apresentada à autoridade judicial, que analisa a legalidade do ato, a necessidade de manter a privação de liberdade e possíveis relatos de violência ou maus-tratos. Não é um julgamento da culpa ou da inocência.
Entender sua finalidade ajuda a família a compreender por que documentos, informações de saúde e o acompanhamento da defesa podem ser importantes logo no início.
O juiz examina as circunstâncias da prisão e ouve as manifestações do Ministério Público e da defesa. Também pode questionar a pessoa presa sobre o tratamento recebido desde a abordagem até a apresentação.
O objetivo é verificar se houve irregularidades e se existe justificativa jurídica para manter uma restrição à liberdade. A versão apresentada por uma das partes não substitui a análise do registro da prisão e dos elementos disponíveis.
A explicação institucional do CNJ sobre audiência de custódia detalha essas finalidades.
A prisão é registrada e comunicada às autoridades competentes. A documentação deve ser encaminhada para controle judicial. A defesa procura examinar o que já foi formalizado, compreender os fatos registrados e conversar reservadamente com a pessoa presa.
A família pode colaborar organizando informações confiáveis e avisando sobre necessidades médicas, uso contínuo de medicamentos ou responsabilidades de cuidado. Não é preciso esperar reunir todos os comprovantes para procurar assistência jurídica.
Documentos que podem ajudar:
A utilidade de cada item depende da situação. Nenhum deles, isoladamente, garante uma decisão favorável.
Participam a autoridade judicial, o Ministério Público, a pessoa presa e a defesa técnica, por advogado ou Defensoria Pública. A defesa pode conversar com a pessoa antes do ato, examinar os elementos disponíveis, esclarecer condições pessoais e apresentar pedidos relacionados à legalidade e à necessidade da prisão.
A pessoa presa deve ter a possibilidade de relatar maus-tratos ou condições inadequadas. Se houver medo, lesão ou necessidade de atendimento médico, é importante comunicar a questão à defesa. O relato precisa ser tratado com seriedade e encaminhado pelos canais adequados.
Não existe resultado automático. Entre as decisões possíveis estão:
Essas hipóteses são explicadas pelo CNJ e pelo Código de Processo Penal.
A legislação prevê apresentação rápida ao juiz, em regra no prazo de até 24 horas após a prisão, observadas as normas e decisões aplicáveis ao caso. A Lei nº 15.358/2026 alterou disposições do CPP sobre realização por videoconferência e assegurou mecanismos de participação, privacidade e entrevista reservada com a defesa.
Como a aplicação concreta pode depender de regulamentação, decisões judiciais e estrutura disponível, convém confirmar com a defesa o procedimento adotado pelo órgão responsável. Não se deve presumir, sem verificar, que o ato será sempre presencial ou sempre remoto.
Depois da audiência, a providência inicial é obter a informação oficial sobre a decisão. Se a pessoa receber liberdade com condições, é necessário compreender exatamente quais são as obrigações e consequências do descumprimento.
Se a prisão for mantida, a defesa poderá analisar a fundamentação, os documentos ausentes e os instrumentos jurídicos adequados. Uma decisão de manutenção da prisão não representa, por si, condenação.
Exemplo hipotético: uma pessoa recebe liberdade com obrigação de comparecimento periódico. A família deve ajudar a organizar os compromissos, mas é a defesa quem esclarece onde, quando e como cumprir a determinação. O exemplo não prevê o que acontecerá em outros casos.
Não. Ela controla a prisão e as medidas necessárias nesse momento processual. A apuração dos fatos e eventual julgamento seguem procedimentos próprios.
Não. Esses dados podem contribuir para a avaliação, mas o resultado depende de todos os requisitos legais e das circunstâncias do caso.
Sim. Relatos de violência ou maus-tratos devem ser recebidos e encaminhados, com registro e providências compatíveis.
Não necessariamente. Liberdade provisória e encerramento da investigação são questões diferentes.
Informe a defesa sobre o que está disponível e o que ainda precisa ser localizado. Não deixe de buscar orientação por falta de um comprovante.
O mais importante é ter acesso à decisão e às obrigações efetivamente impostas. A orientação individual permite distinguir um pedido de liberdade, uma medida cautelar e outros instrumentos cabíveis.
Leituras relacionadas: Prisão em flagrante e Habeas corpus.
Material informativo, sujeito à análise do caso concreto e à verificação das normas aplicáveis.
Conteúdo informativo. Não substitui a análise individual de um caso por profissional habilitado.
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Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Saiba como conferir a intimação, o que muda entre testemunha e investigado e como se preparar para depor.

Receber uma intimação para comparecer à delegacia pode provocar dúvidas e ansiedade. Antes de tirar conclusões, identifique o órgão emissor, a data, o horário, o número do procedimento e em qual condição você foi chamado. Uma convocação não significa, por si só, que existe acusação ou culpa.
A orientação adequada depende de saber se a pessoa comparecerá como testemunha, vítima, investigada ou em outra condição. Cada situação tem implicações diferentes.
Leia o documento integralmente e guarde uma cópia. Verifique o nome do órgão, a unidade, o número do procedimento, a forma de contato e o horário previsto. Diante de dúvida sobre mensagem por aplicativo ou ligação, confirme a informação pelos canais oficiais da unidade, obtidos de fonte independente.
Não encaminhe documentos pessoais, senhas ou dinheiro a um contato não confirmado. Uma autoridade pode ter procedimentos específicos de comunicação; a confirmação é uma medida prudente, não uma recusa ao comparecimento.
Vítima: pode ser chamada para esclarecer o que vivenciou e indicar documentos ou testemunhas. É importante relatar os fatos de maneira fiel, distinguindo o que viu do que soube por terceiros.
Testemunha: em regra, deve prestar informações verdadeiras sobre fatos de que tem conhecimento. Isso não obriga ninguém a responder a perguntas que possam gerar autoincriminação; nessa hipótese, a proteção constitucional deve ser observada.
Investigado: pode estar sendo ouvido sobre fatos atribuídos a ele. A assistência jurídica e o direito de não produzir prova contra si são relevantes para a preparação do ato.
Quando a intimação não esclarece a condição da pessoa, vale pedir informação antes de comparecer. Não presuma que todas as perguntas terão o mesmo tratamento jurídico.
A Constituição protege o direito de não produzir prova contra si. Quem é investigado deve receber orientação sobre o exercício desse direito. Uma testemunha também não deve ser compelida a responder a uma pergunta cuja resposta possa incriminá-la.
Isso não significa que a testemunha possa, de maneira geral, inventar uma versão ou deixar de prestar esclarecimentos sobre tudo. A forma correta de atuar precisa ser definida diante da pergunta concreta, com assistência jurídica quando necessário.
Referência: Constituição Federal — garantias fundamentais.
Leve o documento de identificação e a própria intimação. Dependendo do assunto, também podem ser necessários:
Evite editar, apagar ou selecionar trechos que mudem o contexto. Preserve os arquivos originais. Não publique materiais sensíveis nas redes sociais apenas porque recebeu uma intimação.
É útil organizar uma cronologia simples com aquilo que você realmente sabe. Não há necessidade de decorar uma narrativa ou de preencher lacunas de memória. Se não lembrar de algum fato, é preferível esclarecer essa limitação a arriscar uma informação imprecisa.
Caso haja documentos importantes, pergunte previamente como devem ser apresentados. Se houver situações médicas, dificuldade de deslocamento ou outro impedimento legítimo, contate a unidade para verificar como justificar e, se possível, solicitar nova data.
Exemplo hipotético: uma pessoa é intimada como testemunha de uma compra entre terceiros, mas só viu a entrega do produto. Durante o depoimento, pode explicar o que efetivamente presenciou e não supor o conteúdo de uma negociação que não acompanhou.
Preste atenção à formulação das perguntas. Peça esclarecimento sobre termos que não entenda. Ao final, confira cuidadosamente o registro do depoimento antes de concordar com o conteúdo. Se alguma resposta tiver sido anotada de forma diferente do que foi dito, solicite correção pelos procedimentos adequados.
Procure guardar a identificação do procedimento e os registros a que tiver acesso regularmente. O acompanhamento do andamento da investigação pode depender da condição da pessoa no caso e de regras específicas de sigilo.
A defesa do representado pode acessar elementos de prova já documentados e pertinentes ao exercício da defesa, com as ressalvas aplicáveis a diligências em andamento. A Súmula Vinculante 14 do STF estabelece essa garantia.
Isso não equivale a afirmar que toda informação sigilosa de uma investigação pode ser divulgada livremente ou que diligências ainda não documentadas estarão sempre acessíveis.
Não ignore a intimação. Busque esclarecimentos pelos meios oficiais e, quando necessário, orientação jurídica sobre sua condição e seus deveres.
É possível buscar acompanhamento jurídico, especialmente quando houver risco de autoincriminação ou dúvidas sobre a condição em que você será ouvido.
Pedidos de acesso, apresentação ou apreensão de dispositivos exigem análise das circunstâncias e dos fundamentos legais. Não trate uma intimação genérica como autorização automática para qualquer medida.
Não necessariamente. A investigação pode envolver outras diligências e decisões posteriores.
Antes de comparecer, confirme a autenticidade da intimação, esclareça sua condição e organize os documentos. Se houver risco jurídico ou dúvida relevante, procure orientação profissional.
Leituras relacionadas: Prisão em flagrante e Habeas corpus.
Conteúdo informativo. A orientação depende do contexto e da condição processual de cada pessoa.
Conteúdo informativo. Não substitui a análise individual de um caso por profissional habilitado.
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Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Entenda quando o habeas corpus pode proteger a liberdade, seus limites e quais documentos ajudam na análise.

O habeas corpus é um instrumento constitucional voltado à proteção da liberdade de locomoção quando há violência, coação ou ameaça ilegal. Pode ser relevante em situações de prisão e em outras restrições indevidas à liberdade, mas não é uma solução automática para qualquer processo criminal.
Para compreender seu cabimento, é necessário conhecer a decisão questionada, as circunstâncias e a documentação disponível.
A Constituição protege a liberdade de ir e vir contra ilegalidades e abusos de poder. O Código de Processo Penal disciplina hipóteses em que a coação pode ser considerada ilegal, como determinadas situações de falta de fundamento legal ou de constrangimento que exceda limites admitidos.
A análise envolve saber qual ato ou omissão ameaça a liberdade, qual autoridade está ligada a esse ato e quais documentos demonstram a situação.
Fontes: Constituição Federal e Código de Processo Penal.
O habeas corpus preventivo é voltado a uma ameaça concreta e ilegal à liberdade de locomoção. Não basta um receio genérico: é necessário explicar o risco e demonstrar por que se trata de uma ameaça juridicamente relevante.
O habeas corpus liberatório busca enfrentar uma restrição de liberdade já existente quando houver ilegalidade ou abuso de poder.
A escolha do pedido depende da situação e da medida que se pretende questionar. Termos como “preventivo” e “liberatório” descrevem finalidades distintas, mas não garantem que o tribunal acolherá a solicitação.
Em algumas situações, pede-se que o tribunal examine uma providência urgente antes da decisão definitiva sobre o habeas corpus. Essa providência provisória é frequentemente chamada de liminar.
O pedido precisa demonstrar a urgência e os fundamentos jurídicos pertinentes. A liminar pode ser concedida ou negada, e sua análise depende do caso e das regras aplicáveis. A apresentação do pedido, por si só, não significa que haverá soltura ou decisão imediata.
A documentação varia, mas pode incluir:
Quanto mais clara a identificação do ato questionado, melhor é a possibilidade de uma análise jurídica precisa. Informações incompletas ou desatualizadas podem prejudicar a compreensão do caso.
Não necessariamente. Recurso, pedido de revogação da prisão preventiva, relaxamento de prisão e habeas corpus são instrumentos diferentes, com requisitos e finalidades próprios.
Em muitas situações, o exame da via adequada exige avaliar decisões anteriores, prazos, competência do órgão julgador e o que efetivamente se pretende modificar. O habeas corpus não deve ser apresentado como atalho universal para substituir procedimentos próprios.
A duração do processo ou da prisão pode ser juridicamente relevante, mas não existe fórmula simples baseada apenas na contagem de dias que garanta liberdade. A análise considera circunstâncias do procedimento, motivos de eventuais atrasos, complexidade da causa e outros elementos.
Exemplo hipotético: uma defesa identifica que determinado ato permanece sem decisão por período prolongado. Para avaliar medidas possíveis, precisa examinar o histórico processual e a causa do atraso, e não somente apresentar o número de dias transcorridos.
O habeas corpus tem finalidade específica e limites próprios. Discussões que exigem produção extensa de novas provas podem não ser adequadas a essa via. Em geral, o pedido se apoia em documentação já disponível e em questões que possam ser examinadas dentro desse procedimento.
Isso não significa que fatos e documentos sejam irrelevantes. Significa que a análise depende de qual questão jurídica está sendo apresentada e de como ela pode ser demonstrada.
A legislação admite que qualquer pessoa impetre habeas corpus, observadas as regras legais. Entretanto, a construção de uma argumentação adequada, a identificação da autoridade responsável e a escolha da via correta podem ser complexas. O acompanhamento de profissional habilitado é recomendado para uma avaliação individual.
Não. O resultado depende do reconhecimento de ilegalidade ou abuso nas circunstâncias do caso.
Não existe resposta única. É necessário verificar o ato questionado e a medida jurídica adequada naquele momento.
É necessária uma ameaça concreta e juridicamente relevante, não apenas preocupação abstrata.
Não há prazo universal de resultado. A urgência e o processamento variam conforme o caso e o órgão responsável.
Reúna as decisões relevantes, os números do processo e as datas dos atos principais. Com esses documentos, a defesa poderá verificar se existe fundamento para o habeas corpus ou se outro instrumento é mais adequado.
Leituras relacionadas: Prisão em flagrante e Audiência de custódia.
Material informativo; nenhuma medida descrita garante resultado específico.
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Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Compare cartório e Justiça, conheça regras sobre filhos, partilha de bens, documentos e averbação.

Quando o relacionamento termina, muitas pessoas querem saber se o divórcio pode ser feito em cartório ou se será necessário entrar com um processo judicial. A escolha depende das condições do caso, da existência de consenso e das regras aplicáveis a filhos, patrimônio e outros assuntos.
O primeiro passo é separar o que já está resolvido do que ainda precisa ser discutido. Divórcio, guarda, alimentos e partilha de bens são questões relacionadas, mas não são necessariamente concluídas no mesmo momento.
O divórcio extrajudicial pode ser realizado por escritura pública nas situações admitidas pelas normas dos serviços notariais. A assistência de advogado ou defensor público é exigida. O procedimento envolve a manifestação da vontade das partes e a análise de documentos e requisitos pelo tabelionato.
A existência de filhos menores ou incapazes exige atenção especial. Conforme a disciplina do CNJ, Resolução nº 571/2024, há hipóteses de divórcio extrajudicial quando as questões de guarda, convivência e alimentos dos filhos já tiverem sido resolvidas judicialmente, observados os requisitos estabelecidos.
Não se deve concluir, portanto, que todo casal com filhos menores está automaticamente impedido de se divorciar em cartório, nem que basta um acordo informal entre as partes.
Quando não há consenso sobre o próprio procedimento ou quando determinadas questões exigem apreciação judicial, o divórcio pode seguir pela Justiça. A via judicial também pode ser necessária em razão de interesses de filhos ou de outras circunstâncias específicas.
Mesmo que exista discordância sobre patrimônio ou outros temas, é possível avaliar a concessão do divórcio e o tratamento posterior de questões pendentes. O processo judicial não significa, necessariamente, que todas as divergências serão julgadas de uma só vez.
Não obrigatoriamente. O artigo 1.581 do Código Civil prevê que o divórcio pode ser concedido sem prévia partilha de bens.
Isso pode ser relevante quando o casal quer formalizar o fim do casamento, mas ainda não dispõe de todas as informações patrimoniais. A postergação da partilha, porém, não resolve automaticamente questões sobre uso, administração ou disposição de bens. Essas situações devem ser examinadas com cautela.
A resposta depende do regime adotado e das características do patrimônio. Na comunhão parcial, de modo geral, os bens adquiridos onerosamente durante o casamento podem integrar a partilha, com exceções legais. Outros regimes seguem regras diferentes.
É necessário identificar a origem dos bens, datas de aquisição, existência de doações ou heranças e eventuais documentos específicos. Não é adequado presumir que todo bem em nome de apenas um cônjuge fique necessariamente fora da divisão.
Exemplo hipotético: um casal tem um imóvel adquirido durante o casamento, mas ainda está pagando o financiamento. Para orientar a partilha, será preciso analisar os documentos do negócio, o regime matrimonial e as obrigações pendentes, e não somente o nome que aparece na matrícula.
A lista não é universal. O tabelionato, a defesa e o juízo podem exigir outros itens conforme o procedimento escolhido.
O fim do casamento não encerra os deveres parentais. Questões de guarda, convivência e alimentos devem observar o interesse dos filhos e a legislação aplicável. O que já foi formalizado judicialmente pode ser relevante para definir se determinado procedimento extrajudicial está disponível.
Conversas informais podem ajudar as partes a chegar a um consenso, mas é importante saber quando a formalização precisa ocorrer pela via adequada para produzir segurança jurídica.
Custos e duração variam. Podem existir emolumentos, taxas, tributos aplicáveis a atos patrimoniais e honorários profissionais. No processo judicial, a duração depende das circunstâncias, da tramitação e do grau de consenso.
Evite decidir a via com base em promessa de prazo fixo ou custo universal. Antes de iniciar, solicite orientação sobre documentos, providências e despesas previsíveis do procedimento específico.
A formalização do divórcio precisa ser refletida nos registros competentes. Após a escritura ou decisão judicial, verifique os procedimentos para averbação no registro civil e, conforme a situação, a atualização de outros registros patrimoniais e cadastrais.
Guarde cópias completas dos documentos emitidos e confirme com a assistência jurídica quais atos ainda dependem de providência.
O divórcio é um direito; a falta de concordância pode afetar o procedimento, mas não transforma a manutenção do casamento em obrigação.
Não em todas as situações. Há regras específicas sobre prévia solução judicial de questões dos filhos. A possibilidade deve ser verificada à luz da regulamentação vigente.
Sim, a lei admite divórcio sem partilha prévia, mas a situação patrimonial precisa ser acompanhada.
Não é recomendável presumir que um acordo informal substitua as formalidades legais exigidas para o divórcio e para questões relacionadas.
Defina o que está consensual, separe documentos e identifique os temas que ainda precisam de solução. Com esses dados, a assistência jurídica poderá avaliar cartório, Justiça e atos de registro posteriores.
Leituras relacionadas: Pensão alimentícia e Direito de Família.
Informação geral. Cada procedimento exige verificação documental e jurídica.
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Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Entenda fixação, revisão e cobrança da pensão, os requisitos da prisão civil e os efeitos da maioridade.

A pensão alimentícia busca atender necessidades de quem tem direito a recebê-la, considerando também as possibilidades de quem deve pagar. Não existe um percentual único na lei aplicável a todas as famílias. O valor e as condições dependem dos fatos e da avaliação jurídica do caso.
Dúvidas sobre revisão, atraso e fim da obrigação são frequentes. A organização de comprovantes de renda, despesas e pagamentos ajuda a entender quais providências podem ser necessárias.
O ponto de partida é avaliar as necessidades de quem recebe e os recursos de quem paga, observadas as circunstâncias aplicáveis. Entre os gastos relevantes podem estar alimentação, moradia, educação, saúde e outros itens associados ao sustento.
A análise não é simplesmente aplicar uma porcentagem sobre a renda de uma pessoa. Quando a renda é variável ou informal, a apuração pode exigir documentos e outras informações concretas.
A legislação civil contém as regras gerais relacionadas aos alimentos.
É recomendável organizar uma relação de despesas com datas e comprovantes, distinguindo gastos fixos e gastos ocasionais. Não é preciso inventar ou estimar valores sem base documental.
Desemprego, redução de renda ou outras mudanças podem ser relevantes para avaliar uma revisão, mas não extinguem automaticamente a obrigação nem autorizam, por si, a pessoa a deixar de cumprir uma decisão vigente.
A solução jurídica depende da comprovação da mudança e de uma avaliação adequada. Se houver dificuldade real, procure orientação antes de acumular parcelas e preserve os documentos da situação financeira.
Exemplo hipotético: alguém passa de emprego formal para trabalho eventual. A mudança pode justificar exame do valor, mas não significa que a pessoa possa escolher unilateralmente quanto pagará a partir do mês seguinte.
A revisão é analisada quando ocorre alteração relevante nas condições de quem paga ou de quem recebe. Isso pode envolver mudança de renda, de necessidades do alimentando ou de outras circunstâncias.
A decisão sobre aumento ou redução exige examinar informações atualizadas. Um gasto isolado nem sempre determina o resultado, e a simples insatisfação de uma das partes não substitui a demonstração dos fatos necessários.
Um acordo precisa trazer termos claros sobre valor, forma de pagamento, vencimento e demais obrigações pertinentes. Dependendo da situação, são necessários atos de homologação ou outra formalização adequada para que o compromisso tenha a segurança jurídica desejada.
Combinar um valor por mensagem pode servir como registro da conversa, mas não deve ser confundido, sem análise, com solução definitiva de todos os direitos e deveres.
O primeiro passo é reunir a decisão ou o acordo aplicável e organizar um histórico de pagamentos e vencimentos. Com esses documentos, pode ser avaliada a cobrança judicial e o procedimento mais adequado.
Na execução de alimentos, existem técnicas patrimoniais de cobrança e, em hipóteses específicas previstas em lei, o rito que admite prisão civil. Não é correto afirmar que toda dívida de pensão gera prisão ou que o simples atraso de três meses leva automaticamente à detenção.
O artigo 528, § 7º, do Código de Processo Civil e a Súmula 309 do STJ estabelecem a referência às até três prestações anteriores ao ajuizamento da execução e às que vencerem no curso do processo.
O rito e as consequências dependem de requisitos legais e de decisão judicial. A prisão civil, quando cabível, não elimina a dívida.
Mantenha comprovantes legíveis de transferências, recibos e depósitos, com datas e identificação do destinatário. Se o pagamento ocorrer por meio diferente do previsto na decisão, busque orientação sobre a documentação e as implicações jurídicas.
Um histórico mensal facilita a conferência de parcelas e a identificação de eventuais diferenças. Evite apagar conversas ou apresentar comprovantes editados.
Não automaticamente. A maioridade não extingue, por si, a obrigação existente. Conforme a Súmula 358 do STJ, o cancelamento da pensão de filho que atingiu a maioridade depende de decisão judicial com contraditório, ainda que nos próprios autos.
A continuidade ou exoneração deve ser analisada considerando as circunstâncias e a situação jurídica aplicável. Não suspenda pagamentos por decisão unilateral baseada apenas na data de aniversário.
Não há percentual universal. O valor depende da análise das necessidades, possibilidades e circunstâncias concretas.
Alterações relevantes podem justificar análise de revisão. O valor fixado não deve ser modificado unilateralmente sem orientação jurídica.
A forma de pagamento e representação depende da situação familiar, da decisão e da legislação aplicável. Confira sempre o que foi determinado.
Não. Há requisitos, procedimento e decisão judicial; a cobrança pode seguir diferentes vias.
Não se presume término automático. A situação precisa ser avaliada e, quando cabível, submetida à via judicial adequada.
Reúna decisão ou acordo, histórico de pagamentos, comprovantes de renda e documentos das despesas. Assim será possível avaliar fixação, revisão, cobrança ou exoneração conforme o caso.
Leituras relacionadas: Divórcio em cartório ou na Justiça e Direito de Família.
Material informativo; decisões e acordos devem ser analisados individualmente.
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Av. Joaquim Moreira da Silva, 2650, sala 03Esta política explica como a CH Advocacia, escritório da advogada Paula Fernanda Rebolo Chioca, trata as informações de quem visita este site ou entra em contato.
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